quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pedro Manuel Solá de Freitas Mirão da Cruz

Nome Completo : Pedro Manuel Solá de Freitas Mirão da Cruz
Alcunha :
Nacionalidade : Portuguesa
Local de Nascimento:
Data de Nascimento : 25 de Julho de 1976

Função : Treinador
Altura:
Peso:



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Percurso como treinador:
2011-2012 : Traquinas e Seniores do Grap/Pousos a partir da 6ªJornada - 5ºClassificado na Divisão de Honra.
2010-2011 : Traquinas B do Grap/Pousos
2009-2010 : Traquinas Caçolinhas do Grap/Pousos

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Percurso como jogador:
2006-2007 : Grap/Pousos (Divisão de Honra) -
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Mais sobre este técnico, Aqui !!!

10 comentários:

  1. Depois de quase 25 anos como jogador, Pedro Solá assumiu o comando técnico do GRAP em Novembro de 2011, levando o clube a um patamar que o coloca como uns dos mais fortes candidatos ao título na Divisão de Honra Distrital. Aos 36 anos, o técnico ambiciona chegar ao topo no futebol português
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    Diário de Leiria (DL): No início da época disse que o GRAP não era candidato ao título na Divisão de Honra Distrital. Após várias jornadas nos primeiros lugares já se assume como candidato?
    Pedro Solá (PS): O GRAP é candidato a ganhar em qualquer campo. Entra sempre com a ambição de ganhar todos os jogos. Foi assim desde o primeiro dia e assim será enquanto for treinador. Não contemplo entrar em campo para defender ou jogar para o empate. Houve equipas que investiram para subir de divisão, nós investimos para ganhar. Trabalhando bem, diferente, e sendo psicologicamente fortes.


    DL: A equipa já não vence há um mês, tendo sido ultrapassada pelo Marrazes na última jornada. A que se deve esta série de resultados negativos?
    PS: O GRAP não ganha hà três jogos, empatando dois e perdendo um. No futebol há três resultados possíveis, e posso dizer que o GRAP entrou e trabalhou sempre da mesma forma como nos jogos anteriores. Nesses jogos em que não ganhámos, criámos mais situações de golo, tivemos mais posse de bola e tudo fizemos para ganhar os jogos já que a atitude dos jogadores foi a melhor, apesar de ter sido condicionada pelas contingências do próprio jogo. Os nossos adversários estão sempre muito motivados porque estavam a jogar contra o líder.


    DL: O GRAP tem tido jogos em que os seus jogadores têm sido sistematicamente expulsos. Considera a sua equipa indisciplinada? Como explica, por exemplo, em dois jogos seguidos, ter acabado esses jogos com apenas nove jogadores?
    PS: O GRAP é uma equipa de jogadores fortes psicologicamente e com personalidades fortes. Indisciplinados? Isso não. A arbitragem é um assunto que faz parte do jogo, e eles sabem que é um trabalho que não é o nosso. Foram quatro expulsos porque o árbitro mostrou o cartão vermelho. Agora tenho a certeza que os quatro jogadores se deitaram de consciência tranquila.


    DL: Acredita que o GRAP tem sido prejudicado pelas arbitragens?
    PS: Não falo de arbitragens. Tento fazer o meu trabalho o melhor possível, e peço aos jogadores a mesma coisa. Sabemos que, se trabalharmos bem todos os jogos, poderemos ultrapassar todos os obstáculos, mesmo quando nos sentimos injustiçados.


    DL: Quais as equipas que são as principais candidatas ao primeiro lugar na Honra?
    PS: As que se reforçaram bem no defeso e que querem subir de divisão, como é o caso do Portomosense e do Marrazes. O Guiense e a Pelariga também poderão ter uma palavra a dizer na luta pelo primeiro lugar.


    DL: Muita gente mostrou-se surpreendida com a qualidade exibicional da sua equipa em vários jogos na presente época. A que se deve essa qualidade?
    PS: Acima de tudo treino. Depois vem a crença e o acreditar que a organização e concentração é meio caminho para se jogar bem. E a equipa saber que todos têm um potencial grande, bastando acreditar neles próprios. Quero, acima de tudo, que os jogadores sejam felizes e que a responsabilidade e compromisso que assumimos seja fazer o que se gosta, e saber que o facto de se jogar bem é motivante e que, assim, teremos mais probabilidades de ganhar.


    DL: O próximo jogo do GRAP é contra o Pataiense, no domingo. O que se pode esperar dessa partida?
    PS: Vai ser mais um jogo, onde iremos entrar com a mesma ambição e responsabilidade. Espero um jogo contra uma equipa organizada e que joga bom futebol, tendo boas individualidades e com uma grande estatura física, à imagem da equipa da Pelariga. Tem um treinador com nome, títulos, e acima de tudo experiência. Espero um bom jogo entre duas equipas a jogar olhos nos olhos. O detalhe irá resolver este jogo, mas o Pataiense jogará aquilo que o GRAP deixar jogar.

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  2. DL: Até ao final da primeira volta, para além do Pataiense, o GRAP vai defrontar o Guiense e o Marrazes, algumas das equipas mais fortes da Divisão de Honra. Considera estes jogos decisivos?
    PS: Depende do que considere decisivo. Traçámos objectivos internos no seio do grupo e que passam por ganhar sempre o próximo jogo dentro dos nossos princípios e alheios a tudo e todos. Agora, ainda faltam 18 jogos, mais de metade do campeonato. Acredito que poderá ser decisivo para outros clubes que vivem na 'obsessão' de serem primeiros. Nós não temos essa obsessão. Só queremos ganhar o próximo jogo e será sempre esse o nosso objectivo.


    DL: Deixou de jogar futebol para assumir a posição de treinador a meio da última época. Como foi essa transição? Ainda tem vontade de saltar para o campo e ajudar a equipa?
    PS: A transição foi difícil. Não estava preparado para deixar de jogar, e tinha medo de não ser capaz de treinar os meus colegas. Era suposto ser treinador durante um ou dois jogos até a direcção encontrar um substituto, mas depois houve a proposta de ficar até ao fim. Gostei da experiência e agora respiro, transpiro, como e bebo futebol. Não tenho vontade de saltar para dentro de campo pois acho que tenho mais jeito nesta função de treinador do que dentro de campo, e, para mais, todos os jogadores sabem como penso e o que quero, e isso é como se estivesse lá dentro.


    DL: Que objectivos tem como treinador para a presente época e para o futuro?
    PS: Ganhar, ganhar e ganhar. Quero ser reconhecido pelo meu trabalho e que falem bem das equipas que oriento. Quero que os jogadores gostem de trabalhar comigo e acreditem em mim, e que, quando falarem de mim, o façam com orgulho. Para o futuro, obviamente, quero mais, muito mais. Quero chegar o mais longe possível, e se chegar ao topo quero continuar a ganhar. Para mim não basta chegar ao topo, é preciso ganhar onde quer que se esteja.


    DL: Falou-se nos 'bastidores' que o Pedro teria sido contactado por elementos da União de Leiria no sentido de saber a sua disponibilidade para ir treinar a União de Leiria SAD. Confirma que houve contactos? Se sim, por parte de quem?
    PS: Se a União de Leiria não assume o que fez, não vou ser eu a assumi-lo. Gosto de transparência e que as coisas sejam contadas como são e quando nós, agentes do futebol, condenamos as notícias e comentários falsos e especulativos, temos de assumir as nossas culpas porque, muitas vezes, as pessoas não mentem, mas fogem à realidade. A única coisa que posso dizer é que o Carlos Martins [presidente do GRAP] esteve a par de toda situação.


    DL: Estaria tentado em aceitar o desafio de assumir uma equipa da II Divisão Nacional?
    PS: É aliciante para quem tem ambição aceitar um desafio mais alto, particularmente numa divisão mais competitiva, com mais horas treino, mais disponibilidade temporal e uma outra organização. Para mim, trabalhar na II ou na I Divisão tem a mesma responsabilidade de estar no GRAP. O clube já é referência em termos de organização directiva e, por isso, obriga a um trabalho "profissional" dos seus técnicos. Iria manter a minha forma ‘diferente’ de encarar o treino e manter a mesma ambição enquanto treinador, pois quem ganha nas distritais também ganha nos nacionais.


    DL: Vai tentar reforçar a equipa nas próximas semanas?
    PS: Sinceramente, estou muito satisfeito com plantel que tenho. Tenho homens humildes, corajosos, crentes e com uma personalidade fortíssima. Gostam de trabalhar comigo e eu com eles. Precisava de um ponta de lança, pois só temos um [Ferraz], mas se não encontrarmos um com os requisitos para pertencer a este grupo, também não vou deixar de dormir por causa disso.

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  3. DL: Também ao nível da formação tem somado sucessos…
    PS: Estou com um grupo de jogadores no GRAP, que agora são benjamins, há quatro anos. No ano passado tivemos um percurso de 35 jogos e 35 vitórias. Todos os torneios foram ganhos e ficámos nos quartos-de-final na Liga Zon Kids no Estádio do Dragão. Com vitórias contra alguns dos melhores clubes do país, como aconteceu no Torneio de Porto de Mós em que vencemos o Sp. Braga e, na final, o Sporting Clube de Portugal. É um trabalho que já tem quatro anos e que muito me satisfaz aperceber-me da evolução destes miúdos tanto a nível desportivo, como na sua formação socioeducativa.


    José Roque - Diário de Leiria

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  4. Jogador
    2006-2007 : Grap/Pousos (Divisão de Honra)
    - http://futeboldistritaldeleiria.blogspot.pt/2006/10/apresentao-pousos-2006-2007.html

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  5. Pedro Solá já não é treinador do Grupo Recreativo Amigos da Paz (GRAP). O técnico informou a direcção do clube na última terça-feira por achar que não estavam reunidas as condições para levar a

    equipa à realização de um bom campeonato, tendo em conta que, em seis jornadas, a formação dos Pousos somou apenas uma vitória, ocupando o 13.º lugar na Divisão de Honra com quatro pontos.
    “A decisão foi minha. Optei por deixar o GRAP única e exclusivamente a pensar no clube”, sublinhou Pedro Solá, admitindo já não sentir-se “motivado” para continuar as suas funções. Para além dos resultados que ficaram aquém do expectável, nomeadamente a derrota no terreno do Pataiense na última jornada (4-0), o técnico aponta algumas carências no plantel que precipitaram este desfecho.
    “Há três meses foram identificadas carências que podiam impedir a realização de um bom trabalho. Houve esforços para contratar mais jogadores, mas não foi possível. Os jogadores que faziam a base da equipa e que saíram do clube no final da época não foram substituídos consoante aquilo que se pretendia e os resultados não apareceram porque há falta de competitividade no plantel actual, apesar de haver qualidade”, sublinhou.
    Pedro Solá adiantou ainda que a decisão de sair já tinha sido tomada após a derrota diante do Vieirense, mas “por respeito a algumas pessoas e pelas promessas feitas” decidiu continuar até este desfecho que já se adivinhava. Apesar de tudo, o técnico diz que não sai com “mágoa” dos dirigentes do clube, antevendo que irá esperar por um projecto aliciante para dar continuidade à sua carreira de treinador.
    “Nos próximos tempos irei sentir falta da rotina, mas vou aguardar por projectos. Sou uma pessoa ambiciosa e com uma grande paixão pelo que faço. Não ando à procura de protagonismos, mas sim que o meu trabalho seja reconhecido”, referiu o técnico que representou o emblema dos Pousos durante 16 anos como jogador e perto de dois anos como treinador.


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    Substituto de Solá ainda não é conhecido


    Para já ainda não é conhecido o substituto de Pedro Solá no comando técnico do GRAP, apesar de o clube já ter feito algumas abordagens. “O Pedro Solá entendeu que não tinha condições para continuar e nós aceitámos a sua decisão. Agora vamos trabalhar no sentido de encontrar um treinador que possa fazer um bom trabalho. Já fizemos alguns contactos mas ainda nada está definido e, por isso, não podemos apontar uma data para a apresentação do novo treinador”, sublinhou o presidente do GRAP, Rui Fonseca.
    Em relação ao futuro, o responsável garante que o GRAP ainda vai a tempo de recuperar vários lugares na classificação. “Ainda é muito cedo e temos qualidade no plantel. Por isso estamos confiantes”, concluiu.


    Texto: José Roque (Diário de Leiria)

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  6. entrevista ao leirifoot9 de novembro de 2013 às 08:56


    Pedro Solá Cruz um dos treinadores que o ano passado fez história pelo GRAP, e depois de no decorrer desta época se especular tanto sobre o seu abandono, acabou mesmo por sair nesta segunda-feira.

    - Qual o ponto mais alto deste percurso de treinador sénior? E o pior?

    O ponto mais alto da minha carreira de treinador foi ter conseguido manter o GRAP no 1º lugar durante 13 jornadas a época passada.
    O pior for este início de época muito atípica ..... Que me vai ajudar para o futuro...

    - Foram os maus resultados que o levaram a abandonar o GRAP?

    Não... Não foram os resultados.... Estes ajudaram, mas estava identificada junto de todos os que me acompanhavam o que não estaria tão bem....
    Espero que isto ajude o clube acima de tudo...

    - Se se mantiver o grupo de atletas o que acha que reserva o futuro ao GRAP?

    Penso que o grupo se vai manter... Estão lá diretores muito bons e com certeza irão manter o grupo.... O futuro será risonho com mais 3 ou 4 soluções.....

    - Quer deixar alguma palavra aos jogadores?

    A minha mensagem para eles é sempre a mesma.... Todos os dias fazia questão de lembrar este aspeto.... O passado serve para recordar, o futuro para sonhar.... Agora o mais importante é viver o momento.... Pois o momento é sempre o melhor da vida......

    - O futuro reserva lhe a carreira de treinador?

    O futuro como treinador será o que Deus quiser.... Continuarei por enquanto com a equipa de benjamins A no qual estou à 5 anos e que soma vitórias à 4..... Neste momento será assim, amanhã??? Não sei.... Um dia de cada vez....

    - Arrepende-se de ter trocado a posição de jogador pela de treinador?

    Custou a decisão.... E ver os teus colegas a treinar.... Tomei o gosto de inventar treinos e neste momento sou viciado em treino, táticas, psicologia, genética , medicina e inovação no meu trabalho.... E quem só percebe de futebol não terá sucesso.... Eu quero perceber de tudo... hoje digo que devia de ter trocado já há muitos anos.... Não me arrependo.....

    - Ainda é muito recente o abandono de um clube, mas já recebeu alguma proposta de outrem?

    Não.... Não recebi nada....

    - O meu maior defeito é... ser perfeccionista demais
    - A minha maior qualidade é... ser PAI
    - Não gosto nada de... perder. E perder acima de tudo confiança ás pessoas
    - Gosto muito da... minha família. O meu refúgio e abrigo quando estou frágil....
    - Melhor jogador do distrital .... Está resposta é complicada, pois há muito bons jogadores neste Distrito....e similares..... Muitos deles estão em crescimento e os minutos jogados os tornarão melhores..... Mas há um que eu admiro acima de tudo pela inteligência , experiência que tem em todos os momentos de jogo.... Hugo Carvalho~

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  7. FD Leiria - Depois de uma época brilhante de 2012-2013, o GRAP teve um início de época 2013-2014 bastante apagado. O que mudou de uma época para a outra que tenha levado a esta situação?
    Pedro Solá - O que mudou foi a preparação da época. Sabia à partida que alguns jogadores, depois da época que fizeram, iriam receber convites interessantes. Com a saída desses jogadores, não conseguimos colmatar as mesmas em sectores importantíssimos. Para além disso, também assumo a responsabilidade de não ter conseguido promover um crescimento rápido a atletas que estão em fase de crescimento.
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    FDL - Quem via a equipa de fora ficava com a ideia que era uma equipa bastante jovem, com boas trocas de bola, mas com muitas insuficiências a nível de finalização e a quem faltavam mais maturidade. Concorda com esta análise?
    PS - A equipa era bastante jovem, composta de jogadores com boa técnica individual. Sabemos que uma equipa jovem está sempre em crescimento. Com o decorrer dos minutos eles irão crescer. Concordo que criávamos situações de golo, mas na hora da finalização faltava por vezes gelo nas veias. E os resultados também não ajudaram para os jogadores ganharem confiança neles próprios.
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    FDL - Depois de alguma especulação, o Pedro Solá acabou mesmo por sair do GRAP. A que se deveu esta decisão? Foi apenas pelos maus resultados?
    PS - Não sei de onde veio essa especulação. Quando um treinador sai de um clube é por causa dos resultados, mas, no meu caso, não foi só esse o motivo. Foi também um assunto interno, no qual todos estavam a par da situação no clube. Tinha de haver uma mudança e sei que, neste momento, a minha saída fez parte da solução, pois o clube é mais importante do que qualquer individualidade.
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    FDL - O GRAP é uma equipa com uma afirmação nas ultimas duas épocas no futebol distrital. Não teme que com toda esta instabilidade, mudança de direcção, mudança de treinador, o clube volte a perder protagonismo no futebol distrital?
    PS - Não me cabe a mim fazer essa avaliação tendo em conta que já não represento o GRAP. Como adepto do futebol, posso dizer que o clube está a ser gerido por pessoas muito competentes e com grande paixão e quero acreditar que vai continuar a ser referência no distrito.
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    FDL - Entretanto foi conhecido o seu sucessor, Bruno Veloso, um técnico com trabalho reconhecido nas camadas jovens. Acha que é uma boa aposta?
    PS - Não conheço o Bruno. Os responsáveis do clube tinham um perfil traçado, e com certeza que foi em consciência que tomaram a melhor opção para o GRAP. Aproveito para desejar as maiores felicidades ao Bruno.

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  8. FDL - Uma semana depois de ter saído do GRAP, o Pedro Solá é o novo treinador do CCR Alqueidão da Serra. Estava à espera de aparecer um convite assim tão rápido?
    PS - Tinha recebido uma abordagem a meio da semana passada para um projeto da 1.ª divisão distrital. Agora, sinceramente não estava à espera de uma proposta tão rápida de um clube da divisão de honra, quanto mais por parte de um clube com a história do Alqueidão. Posso dizer que é com um enorme orgulho, honra e responsabilidade que abracei o projecto do Alqueidão da Serra.
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    FDL - Com ainda pouco tempo de Alqueidão da Serra, e numa breve análise, que impressão tem do ambiente e do plantel do seu novo clube? Vai reforçar a equipa?
    PS - A impressão que tenho é que tenho um plantel com uma enorme vontade de dar a volta à situação. Encontrei um ambiente tranquilo e sério. Quanto a reforços ainda vamos analisar.
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    FDL - Alqueidão foi uma equipa que nos últimos anos teve em grande destaque no futebol distrital. Tendo sido já eliminado da Taça Distrital de Leiria, quais os objectivos para este campeonato?
    PS - Os objectivos são os normais para qualquer treinador, em qualquer circunstância: ganhar sempre o próximo jogo.
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    FDL - Muito se falou que esta seria provavelmente a melhor Divisão de Honra de sempre. Apesar disso, nota-se que clubes históricos como o Marinhense e Beneditense estão longe de ter equipas como já tiveram antes, e equipas mais desconhecidas, como a Moita do Boi, estão a surpreender. Que análise faz ao atual campeonato?
    PS - Irá ser um campeonato muito disputado. Há planteis muito fortes e acredito que iremos assistir a algumas surpresas em jogos que 'teoricamente' ninguém questionava quem seria o vencedor.
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    FDL - A um nível geral, que equipas aponta como favoritas na luta pela subida?
    PS - Pela regularidade, aponto o Alcobaça, o Pombal e o Peniche. Mas esta analise é feita hoje porque no dia de amanhã nunca se sabe.

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  9. 7ªJornada da Divisão de Honra 2013-2014
    Aldeia do Desporto, Marrazes
    Árbitro: Élio Simões.
    Auxiliares: Daniel Nicolau e Diogo Amado.
    Espectadores: 200.
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    SCL Marrazes 1
    Marcelo, Órfão, Renison, Miranda, Junior Perez, Boris, Neto, Yago (Paulo Sérgio, 58 min.), Nelson (Ednilson, 55 min.), Pedro Mirre, Paulo
    Não jogaram: Carlos, Cláudio, Frade, Eusébio, Tozé.
    Treinador: Rui Bandeira.
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    Alqueidão da Serra 3
    Domingos, Paulo, André, Crouch, Norberto, Capucho (Zé Carlos, 38 min.), Miranda (Fula, 65 min.), Manuel (Telmo, 74 min.), Conca, Xavi, Jackson.
    Não jogaram: Donny, Rodrigo, Galinha.
    Treinador: Pedro Solá.
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    Ao intervalo: 0-0.
    Golos: 0-1 por Xavi (54 min.); 0-2 por Zé Carlos (57 min.); 1-2 por Neto (65 min.); 1-3 por Conca (75 min.).
    Acção Disciplinar: Amarelo a Rodrigo (39) Gustavo (63).
    .
    Pedro Solá não poderia ter tido uma estreia mais auspiciosa à frente do comando técnico do Alqueidão da Serra ao conquistar os três pontos na deslocação a Marrazes, num jogo em que a formação do concelho de Porto de Mós foi quase sempre melhor, justificando a vitória (1-3).
    Tendo como curiosidade o facto de as duas equipas se terem defrontado no último fim-de-semana para a Taça Distrital (vitória do Marrazes por 2-1), o jogo começou equilibrado, com algum ascendente do Alq. Serra, mas sem conseguir criar reais situações de perigo, contra um Marrazes sem ideias.
    Foi preciso esperar até ao minuto 31 para se ver alguma emoção na partida quando Xavi aproveitou uma perda de bola infantil do sector mais recuado do Marrazes para atirar de fora de água com o esférico a embater com estrondo na barra. Na recarga, Miranda atirou muito por cima.
    No segundo tempo esperava-se um Marrazes mais acutilante, mas foi o Alqueidão a chegar à vantagem numa recuperação de bola de Conca que serviu de bandeja Xavi que só teve que encostar para o golo.
    Três minutos volvidos, o Alq. Serra voltou a marcar numa boa jogada de combinação em que Xavi, à primeira, permitiu uma grande defesa de Marcelo, mas, à segunda, Zé Carlos não perdoou (0-2).
    Foi preciso estar a perder para o Marrazes esboçar uma reacção passando a jogar com maior intensidade no meio campo adversário, aproveitando o desgaste físico que alguns jogadores do Alqueidão já denotavam. Deste ‘forcing’ marrazense resultou um golo após cruzamento de Junior Perez em que Neto cabeceou para o fundo da baliza, dando uma réstia de esperança à formação de Rui Bandeira.
    Quando se pensava que iriamos ter um final de partida diabólico, eis que Conca tira da cartola um golo de antologia. O médio veterano, a 30 metros da baliza, rematou de primeira para um golo de fazer levantar qualquer estádio.
    Com o 1-3 no marcador, o Marrazes não mais conseguiu incomodar um Alqueidão da Serra que venceu com toda a justiça já que esteve quase sempre por cima, perante uma equipa da casa que praticamente não criou situações de golo. De realçar ainda a expulsão, em cima do minuto 90 de Paulo, por acumulação de amarelos. Trabalho positivo do árbitro Élio Simões apesar de não estar isento de erros.

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  10. Depois de ter falhado a subida na presente época, o Peniche acredita que Pedro Solá é o treinador certo para a conquista da Divisão de Honra e da Taça.
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    Pedro Solá está confirmado como treinador do Grupo Desportivo de Peniche para a próxima época, em que o objectivo é a subida de divisão e a conquista da Taça Distrital, depois de uma temporada em que a formação do Sul do distrito se ficou pelo segundo lugar na Honra, a dez pontos do campeão SC Pombal. A confirmação foi dada ao Diário de Leiria pelo presidente do GD Peniche, João Viola, que diz ter encontrado a pessoa certa para devolver o clube aos campeonatos nacionais.
    " Tenho em mente não só um projecto a pensar na subida de divisão, mas também no Campeonato Nacional de Seniores. Para isso é preciso um treinador jovem, ambicioso e com conhecimento do futebol distrital. Fui recolhendo informações a partir do momento em que deixámos matematicamente de poder subir e a escolha recaiu no Pedro Solá porque reúne todas as características que queríamos, para além de ser um treinador disciplinador, algo importante nos clubes de praias, em que os jogadores são mais rebeldes", sublinhou João Viola.
    Recorde-se que o técnico Pedro Solá começou a sua carreira ao serviço do Grap onde alcançou o quinto lugar depois de ter pegado na equipa a meio da época. No ano seguinte, levou o clube dos Pousos, ao quarto lugar da Divisão de Honra e, na passada temporada, deixou o Grap à sexta jornada, pegando pouco depois no Alqueidão da Serra que ocupava o 15ºlugar, acabando em sexto.
    "Aceitei o convite do GD Peniche porque senti-me desejado e porque me apresentaram um projecto ambicioso", assumiu Pedro Solá, acrescentando que se identifica com o objectivo de subida de divisão, deixando, contudo, um alerta: "vai requerer muito trabalho e dedicação de todos".
    Em relação ao plantel para a próxima temporada, João Viola garante que "a base da equipa será mantida", tendo já falado com alguns dos jogadores do actual elenco, e só a partir da próxima semana, é que tanto presidente como treinador irão discutir as caras novas, sabendo de antemão que será um plantel curto - " de 20 jogadores " - onde será dada a oportunidade a atletas "das camadas jovens". "Será um investimento controlado, sem entrar em loucuras", garante João Viola.
    Em relação a Vasco Oliveira, técnico que conduziu esta época o GD Peniche, o presidente salienta que a decisão da sua despensa foi "penosa". "Os elementos da equipa técnica são todos meus amigos e foi difícil tomar esta decisão e só tenho a agradecer a forma como trabalharam, desejando-lhes muita sorte", concluiu.

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